Agora sou poeta dos céus,
me diminuo, cada vez mais.
Aumento Sua presença, Sua beleza,
Sua realeza que revela a paz.
Agora sou poeta do Pai,
Que faz por mim,
Que traz um começo para o fim.
No não que é não, ou no sim que é sim.
Agora, minha poesia é Tua,
uma fonte de vida, uma cruz que carrego.
Alcançando a meta, uma seta no alvo,
Num céu de alegrias e louvor
Que renovam a cada dia.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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