domingo, 20 de julho de 2008

Assim somos.

Assim somos, cheios de falhas, limitações e defeitos. Assim somos, um recheio de devaneios e atitudes impulsivas. Assim somos, uma capa envolta numa alma que anseia, que cheia de dores se volta ao céu, ao léu. Onde um véu que se rasgou trouxe a paz, o Príncipe da Paz. Um reino de alegria, um dia que ilumina qualquer noite. Um reino de certezas, belezas tão intensas quanto um pôr-do-sol. Assim somos, e salvo seremos mesmo com tantos desencontros. Pois cremos no sangue, na aliança eterna, certa e infálivel. Assim somos, criatura do Criador, aquele que torna a dor um motivo para acreditar, que torna o choro uma razão para sonhar. Assim somos e o que fomos, não volta mais.

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